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segunda-feira, 22 de junho de 2009

Vista grossa do guardolinha


Mais uma cena do nosso absurdo , capturada pelas lentes do Belenâmbulo:
"Veja que belo flagrante naquele retorno improvisado na Almirante Barroso, em frente ao Cidade Folia. O motoqueiro sem capacete, numa moto sem placa... e o guardolinha nem aí..."

Eu ainda complemento: coçando saco, na sombra e só falta a água fresca. Nesses dias é que me dá saudades dos tempos em que o trânsito era com a PM. Tinha sacanagem também? Tinha, mas eles eram mais respeitados. Os PM's, ao contrário dos guardolinhas de hoje, iam para o meio da avenida, pegavam sol e chuva, mas não se afastavam do posto se escondendo para pegar um fragrante.

É daí para pior, minha gente.

Nota: eu sempre dou uma distorcida nas caras das pessoas por motivos óbvios.
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Local da guardolada: Avenida Almirante Barroso, em frente ao Cidade Te Esfola, opa, Folia! Entroncamento.

sábado, 20 de junho de 2009

Shopping ao ar livre

Depois de ter divulgado a praça de alimentação do novo shopping que surgiu na cidade no post do dia 25 de maio, "Onde estão nossas calçadas?", continuamos mostrando o grande "Mall" (ironicamente shopping em inglês) popular, mas agora o seu amplo estacionamento e a grande variedade de lojas à disposição do consumidor paraense, ávido por novidades baratas e facilmente quebráveis, de origem de vários países, como China e Paraguai.
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Após esse comentário bem-humorado, pois só nos resta rir, quero dizer que realmente é impressionante como as autoridades são inertes quando tem que tirar camelôs do meio das calçadas e de NOSSAS praças. Veja o caso da Avenida Presidente Vargas. Foi preciso um mandato do Ministério Público, ameçando dar uma multa estupradora na Defeitura (leia-se Prefeitura de Belém) para poder sacar esse pessoal de lá. Claro que os caras estão trabalhando e blá, blá, blá, mas estão no meio da calçada, lugar onde eu teria o direito de ter trânsito livre e desempedido, pois pago impostos para cachorro (nosso ICMS é o maior do País, por exemplo), e não temos nem um terço de retorno de nossos governantes, em qualquer esfera que se olhe.

Então, como diz meu primo Lawrence em seu blog, "Sorria Comigo"!
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Local da zona: Trav. Padre Eutíquio, em frente ao Shopping Patinho Feio (Pátio Belém, ex-Iguatemi).

Buraco da OAB

Quero ver quanto tempo este buraco ficará aberto.

Se você passar por lá e cair nele, aproveite para tomar um tacacazinho na barraquinha da esquina. É muito bom!
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Local do furico(*): Rua Gama Abreu (de novo) em frente à OAB, como deu para perceber pelo título.
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(*) antes que me crucifiquem, furico é um pequeno orifício, não sendo obrigatoriamente em seu corpo.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Judas Guardolinha da Silva, gente boa!

Meus caros amigos, agora já sabemos quais os reais motivos de a Prefeitura de Belém a realizar o concurso para guardolinhas: além de lucrar com as caras inscrições, não tem funcionário suficiente para avisar e direcionar os pobres motoristas que passam desapercebidos pelos "tapetes" que são as ruas de Belém, pois, por ser um tapete, quase não tem buracos e acabam conduzindo seus carros tranqüilos, sem preocupação. Agora olhem só este sorridente judas trabalhando debaixo de um sol forte, sem receber um centavo sequer, mas sem perder o ânimo. E agora com mais essa oportunidade ele terá a chance aumentar o orçamento dos cofres da Prefeitura com o salgado preço da inscrição, de ter seu lugar ao sol e receber um salário digno de um verdadeiro guardolinha! Perceba que mesmo nesta situação insalubre, ele continua rindo (não sei de quem ou o quê) e, assim, avisa aos motoras para não caírem na enorme cratera formada por uma tenebrosa e concentrada chuva de meteoros que caiu na noite passada justamente naquele lugar. Isso mesmo, chuva de meteoros, pois em Belém os buracos sequer começam a abrir e a Defeitura, aliás, a Prefeitura vai lá e tapa logo tudo o que vê e o que não vê pela frente, inclusive bolsos.

Outra época do ano que ele ganha dinheiro é na Páscoa, mas como ela já passou, ele precisou fazer um bico e aguarda agora ansioso pelo concurso para ser efetivado.

Gente, isso realmente é o cúmulo e só brincando mesmo para não se borrar. Ainda bem que nosso povo é pacífico e tenta resolver tudo com bom humor, colocando o boneco da foto na beira desse precipício-arranca-rodas-de-desavisados.

Na verdade esse boneco trabalhava em uma loja de nipo-turcos-gauleses-tibetanos e, como pagavam mal, foi virar flanelinha... hehehe.

________________________> > > > > > > Clique na imagem para ampliá-la.

Local da loja de brinquedos: Av. 25 de Dezembro (não lembro o perímetro. Vai fazer uma caminhada por lá e me fala depois)

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Permitido estacionar

As autoridades de trânsito deveriam trocar o nome dessas placas para "Permitido estacionar em qualquer lugar e do jeito que quiser, o trânsito que se dane!". Repare e corrija-me se estiver errado: sempre tem um caminhão ou van acompanhados de uma placa destas, que nem sei mais o nome direito. Olhe só, são caminhões de refrigerante, de cerveja, de carne, de cigarro, de frango, de qualquer tamanho, idade, marca, preço ou produto e serviço; de técnicos das concessionárias telefônicas e de energia e quem mais quiser estacionar por lá.
Acho até que vou comprar um caminhãozinho para ir trabalhar! Afinal, sempre tem vaga para eles. E o melhor é que não aparece sequer um flanelinha antipático (o original mesmo, aquele que não gosta de trabalhar e acha que eu tenho que dar dinheiro para ele, porque ele existe e sempre estará lá para encher o saco dizendo: "i aê, pratão! Pódi dexá") pedindo nosso pobre e suado dinheirinho ou até mesmo o hilário agente da CTBel, vulgo guardolinha (esse sim, muito querido por todos). É como ter táxi em frente a estabelecimentos comerciais. Sempre cabe mais um, ninguém chateia e não precisa usar Rexona.
Um beijunda :-)

Local da moleza: ambas as fotos na rua Gama Breu (ou deveria ser abriu?). A Kombi em frente à OAB e o caminhãozinho de gelo depois da praça da Trindade.

domingo, 14 de junho de 2009

Viaduto da Júlio César - parece que agora vai!

Essa eu quero espalhar antes que a governadora se arrependa e mande tirar a notícia do site.

Pensei que não iam mais fazer nada por esta terra depois que perdemos a copa de 2012 para a sem-graça Manaus.

Leia abaixo a reportagem na íntegra sobre futuras obras em Belém, que está no site do Governo imPopular (http://www.pa.gov.br).
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Com quatro pétalas, o viaduto agilizará o tráfego na avenida Pedro Álvares Cabral, acabando com o sinal de quatro tempos
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Governadora vai inspecionar canteiro de obras do Ação Metrópole

10/06/2009 16:08

Da Redação
Secretaria de Comunicação

A governadora Ana Júlia Carepa visitará no próximo dia 17, quarta-feira, às 8h30, o canteiro de obras do projeto "Ação Metrópole", nas avenidas Júlio César com Pedro Álvares Cabral. No local, o governo do Estado já iniciou a construção de um viaduto com quatro pétalas, que eliminará o semáforo de quatro tempos, acelerando o trânsito e reduzindo os riscos de acidentes na área. Na oportunidade, a governadora dará posse às comissões de fiscalização, eleitas para acompanhar o andamento das obras do "Ação Metrópole".

O projeto envolve a capital, Belém, e os outros quatro municípios da Região Metropolitana. Juntos, esses cinco municípios concentram 2.042.530 habitantes (28,9% da população do Pará) e respondem por 35,8% do PIB (Produto Interno Bruto) do Estado. O objetivo final é implantar uma rede integrada de transporte coletivo metropolitano, com terminais de integração e tarifa única para o usuário.

Além da obra na avenida Júlio César com Pedro Álvares Cabral, também serão concluídas até 2010 a abertura da avenida Independência, no trecho entre as avenidas Augusto Montenegro e Júlio César, com 4,8 km de extensão, e a intervenção na rodovia Arthur Bernardes, no trecho entre a avenida Pedro Álvares Cabral e a travessa Soledade, em Icoaraci. Essas obras têm financiamento do Banco do Brasil, de aproximadamente R$ 131 milhões.

Na primeira etapa, ainda serão executadas as obras na avenida Doutor Freitas com avenida Almirante Barroso (passagem subterrânea), duplicação da avenida Perimetral e prolongamento da avenida João Paulo II até o bairro do Coqueiro, totalizando mais R$ 189 milhões em investimentos. Em seguida, começam os trabalhos previstos na segunda etapa, voltada principalmente à infraestrutura de transporte público.

Fabíola Batista - Secom

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QUEM VIVER, VERÁ!!!

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Guardolinhas, Returns!



Após as postagens sobre a ação frenética dos guardolinhas nos dias 14 e 16 de maio de 2009, resolvi eu mesmo dar uma passada em frente ao Colégio Nazaré por volta das 17h para ver como estava a difícil e sofrida vida dos nossos heróis do trânsito. Veja a seqüência de três quadros humorísticos, de baixo para cima:

3. Guardolinha reparando um Civic preto em frente banco Sofra, exatamente no mesmo lugar da postagem do dia 14/05 (nesse dia era um Civic cinza), enquanto tem um Fox parado em fila dupla bem na cara do nosso herói comediante (desculpe o trocadilho, Watchmen!).

2. Mais à frente do banco Sofra, vemos o inacreditável acontecer: um puta de um ônibus escolar em
FILA TRIPLA pegando um pobre garoto que estava estudando. Isso não acontece em frente ao Colégio Visconde de Souza Franco, ou outros do Estado.

1. O melhor de tudo: dois guardolinhas em frente à balbúrdia, parados, botando o papo em dia e apenas assistindo
os (não aos, como deveriam) motoristas que não têm nada a ver com a heróica façanha dos guardolinhas, tentando passar incólumes (isto é, sem multa gratuita) pela bagunça que fica em frente ao dito colégio Marista. Só nos resta sorrir e continuar votando errado! Mas votar em quem???????
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Aproveitando o espaço, quero comentar que na semana passada fiz questão de dar meus parabéns a um Guarda Municipal que, acredite, eu vi, multou um ônibus que fechou o cruzamento (sinal fechado) do Manoel Pinto da Silva. Ele me disse que a situação está grave por lá pela Guarda Municipal de Belém e ele mesmo comprou seu uniforme para poder trabalhar, pois não recebe uniforme há meses. Disse mais: que a CTBel não faz seu papel de fiscalizar os locais mais críticos da cidade, deixando os agentes de trânsito à mercê da própria sorte e tentando (tentado?) fazer um bico (de tucano) para comprar o pão das crianças (leia-se: bico=propina).
Claro que não são todos os agentes que são pilantras, mas a instituição ainda colabora contra nossos bolsos, não dando as devidas condições de trabalho a essas pessoas, além de todos os altos tributos que pagamos suadamente!
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sábado, 13 de junho de 2009

Artista das Ruas - Segunda Parte


Caros amigos, quando pensei que o "artista das ruas" da postagem do dia 25 de maio fosse fazer a presepada somente um dia naquele ponto, eis que venho saindo do Pátio Belém (que nome horrendo!) e adivinhe quem vejo? Ele mesmo: nosso amigo taxista tentando parir mais um ponto de táxi no já desorganizado trânsito. Descobri então que ele faz isso praticamente todos os dias!!!
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Conheça a técnica ninja-belemense para parir um ponto de táxi em Belém:
1. Eles vêem um ponto bonito. De preferência em frente de lojas. Você sabe, somente eles têm direito a isso.
2. Testam, ficando um tempo por lá para ver se ninguém enche o saco deles.
3. "Se colar, colou!" Pariu-se mais um pontinho inocente de táxi em Belém. E quem tem carro particular que se (f...) dane e procure um lugar mais longe para estacionar...
Local da arte: Av. Padre Eutíquio em frente à Rua dos 48. Às costas, o Shopping Pátio Belém (pode chamar de Xópim Patinho Feio também).

domingo, 7 de junho de 2009

Multas de trânsito viram dor de cabeça. Parte 3

Última das reportagens da série que foi publicada em O Liberal, no dia 24 de maio de 2009 (domingo), na seção Atualidades/Cidades, página 12.
Divirta-se, porque é só isso que nos resta.

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Mercado negro do lacre no Detran

As irregularidades que assombram órgãos públicos não são pequenas. Mas tem tamanho de sobra para mostrar a qualidade do serviço prestado à sociedade, que convive com filas, atendimento de má qualidade e corrupção, como presenciou um supervisor de vendas. Ele precisou ir até o Departamento Estadual de Trânsito (Detran), na rodovia Augusto Montenegro, onde deveria trocar o lacre da placa de seu carro, mas acabou seguindo outro caminho.
“Fui trocar o lacre, mas como fui tão mal atendido, acabei comprando um no “mercado negro”, revelou.
Segundo o supervisor, o Detran cobraria pelo lacre o valor de R$ 20 e mais R$ 20 para a colocação. No entanto, quando ele chegou ao órgão, precisou retirar uma senha e aguardar cerca de três horas para ser atendido e ainda enfrentaria uma outra fila só para efetuar o pagamento. “É um absurdo. Como é que se pode conviver com serviços assim? Uma pessoa do lado de fora me ofereceu o mesmo lacre pela metade do valor cobrado pelo Detran e ainda não ia demorar nem cinco minutos em relação ao tempo que eu perdi lá dentro, tendo de olhar para a cara amarrada dos funcionários e pagar a mais”, observa o supervisor de vendas.

Multas de trânsito viram dor de cabeça. Parte 2

Continuação da série de reportagens que foi publicada em O Liberal, no dia 24 de maio de 2009 (domingo), na seção Atualidades/Cidades, página 12.
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Ctbel diz que vai treinar agentes
O coordenador de multas da Companhia de Transportes do Município de Belém (CTBel), Carlos Modesto, está na função há apenas quatro meses. Porém, ele garante que seu principal objetivo é promover melhorias no trabalho executado pelo setor e agilizar o julgamento dos recursos impetrados, que hoje contam com um efetivo de apenas seis pessoas.
“Infelizmente, é preciso tomar uma iniciativa. E a minha é tentar minimizar tantas reclamações dos usuários. Vou começar por treinamentos para os agentes de trânsito para que passem a fazer um trabalho de orientação e educação junto aos motoristas e pedestres. Isso será o primeiro passo para tentar reduzir o fluxo de infrações”, promete Modesto.
Ele explica que a Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari), órgão responsável pelo julgamento de recursos interpostos contra penalidades impostas, no caso, pela CTBel, chega a demorar seis meses para concluir o processo por inteiro. “É feito todo um trabalho minucioso de análise dos recursos, que chegam até três processos. O que significa dizer que leva tempo mesmo. Mas já estamos tentando amenizar essa questão. Em breve contaremos com mais um advogado para atuar junto aos recursos”, afirma o coordenador.

Multas de trânsito viram dor de cabeça. Parte 1

Bem, depois de um tempinho sem postar, aí vai uma reportagem que foi publicada em O Liberal, no dia 24 de maio de 2009 (domingo), na seção Atualidades/Cidades, página 12.
Este texto foi indicado pela minha querida mãe. Obrigado pela força. Te amo.

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INDÚSTRIA
Motorista recebe Infração em lugar que não existe e se queixa de agentes

O número 1.382 da travessa Benjamin Constant não existe. Mesmo assim, o ex-guarda de trânsito Antônio Reis foi multado pela Companhia de Transportes do Município de Belém (CTBel), sob a justificativa de que teria estacionado seu veículo em frente a esse endereço. Falhas ou não, cerca de 150 recursos são solicitados junto ao órgão todos os dias, o que acaba se tornando um exercício de paciência para os usuários, que precisam esperar, pelo menos, seis meses para obter uma resposta final sobre o deferimento - ou não - dos recursos impetrados.
Os guardas de trânsito se tornaram, nos últimos anos, uma espécie de pedras no sapato de muitos motoristas, que garantem se sentir prejudicados com as ações de quem deveria orientar e não apenas multar ou coagir. “Parece até jargão. Mas os guardas de trânsito só ficam escondidos. Ninguém os vê. Eles ficam atrás de árvores, em esquinas, encostados emparedes depois de uma curva e, ao primeiro sinal de falta de atenção de um motorista, nem chegam a parar o carro. Só fazem puxar o bloquinho do bolso da calça para multar. Ouvi falar que eles fazem isso porque recebem uma comissão. Aí está justificado o porquê de tantas multas”, dispara o contador Álvaro Aguiar.
Álvaro conta que chegou a pagar no ano passado cerca de R$ 2 mil para licenciar o veículo dele. O valor, conta, se refere ao Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e onze infrações enviadas pela CTBel. “Foram onze multas. A maioria de avanço de sinal. Ou, seja, nem posso questionar nada, porque não adianta falar que não passei no local apontado pelos agentes. Só me restou pagar”, reclama o contador.
Mas Antônio Reis não deixou por menos. Recebeu a notificação de infração de que teria estacionado em local proibido e foi até o setor de multas da CTBel. Ele mesmo redigiu sua defesa e entrou com o recurso contra o órgão, a quem chama de “negligente”. “Quando recebi a notificação, não me conformei. Eu nem tenho o costume de ir à travessa Benjamin Constant, muito menos de ter estacionado por lá ou por alguma outra rua próxima. Fui procurar o tal endereço e vi que não existe. Como é que o guarda diz que eu estacionei em um local que não existe? É a prova de que tem algo errado”, critica.
Ele diz que a maioria dos motoristas que recebem notificações de infração e discordam do posicionamento do agente de trânsito não entram com recursos para brigar pelos seus direitos, o que, de certo modo, contribui para que a quantidade de multas cresça a cada dia. “As pessoas são multadas por nada. É claro que existem os infratores, mas, na maioria dos casos, vimos que há arrogância e negligência por parte dos guardas”, reclama.
O ex-agente lembra ter sido bastante cobrado pelos seus superiores no tempo em que
trabalhava como guarda. “Eu e meus colegas éramos muito cobrados para que ficássemos sempre a postos para que os condutores nos vissem. Ninguém ficava atrás de árvores ou encostado em muros, na sombra. Esse tipo de atitude é suspeita porque mostra outro lado: o da corrupção. Ou seja, quem é multado quer resolver seu problema. E, na maioria das vezes, se dirige ao guarda que o multou para tentar reverter a situação, que acaba se transformando em propina”, revela.
Departamento Municipal de Trânsito de Ananindeua (Demutran) também é alvo de críticas. A exemplo dos agentes da CTBel, muitos também utilizam o artifício de se esconder atrás de postes de iluminação para flagrar infrações. Segundo motoristas que trafegam na Cidade Nova, eles costumam fazer isso no final da Arterial 18, já quase próximo à entrada do conjunto Guajará, onde é comum ver grupos de guardas reunidos, no final da tarde, prontos para multar.